Pedro Álvares Cabral
Cristóvão Colombo
Hoje vou contar a história da descoberta das Américas, no Séc. XV e XVI.
Não é a história oficial, essa todos conhecem, mas a história oficiosa, a verdadeira .
O texto narrativo que descreve estes feitos, não é da minha autoria. É de alguém com capacidade de nos contar factos históricos, de maneira engraçada, com comentários certeiros.
Talvez esta maneira de contar desse mais frutos na disciplina de História do que os métodos tradicionais. Quem sabe?
Todos sabemos o nome dos descobridores da América: Pedro Álvares Cabral e Cristóvão Colombo.
Este último é mais conhecido porque os espanhóis sempre gostaram de se "promover" no mundo, ao contrário dos portugueses que fazem grandes feitos mas não andam a "badalar" para toda a gente!
(A partir de agora cito o texto original, embora menos pormenorizado)
Ora, como devem saber, Cristóvão Colombo, convencido que a Índia ficava no Atlântico Oeste, pediu a D. João II, rei de Portugal, que lhe desse meios para lá chegar, mas este mandou-o plantar batatas, porque já sabia que a Oeste ficava um outro continente.
Então Clombo ofereceu os seus serviços aos reis de Espanha que aceitaram o oferecimento. Só que Colombo estava equivocado no destino. Desorientado, como qualquer passageiro que embarque num avião errado, quando colocou os pèzinhos no Novo Mundo, acreditou que estava na Índia e chamou índios aos nativos da América.
Ele simplesmente desconhecia aquilo que os portugueses já sabiam: que este era um outro continente, mas não a Ásia.
Álvares Cabral não passou pelo vexame de Colombo, pois quando embarcou já sabia para onde ia.
D. João fez-lhe um ultimato: nem pensasse em regressar a Portugal sem descobrir o novo continente! Sem opção, Cabral arrumou as malas e disse à esposa que ia descobrir o Brasil.
E assim aconteceu!
Aliás, os portugueses, durante séculos, foram o único povo que andou por todo o mundo: África, Ásia, América e ilhas da Oceania.
Este pequeno país, na ponta da Europa, com meia dúzia de gatos-pingados, realizou a proeza de ser o Dono do Mundo.
É de se lhe tirar o chapéu!
Navegar era predestinação geográfica. Para onde quer que olhasse, o português só via mar.
Acabou conquistando-o!


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