Sou uma sonhadora pois sonho que, comigo, possam ganhar asas e porem a vossa imaginação a voar
quinta-feira, 25 de julho de 2019
segunda-feira, 22 de julho de 2019
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Paris - O Que Desconhecemos
Entrada para o Império dos Mortos
Quem visita Paris - a Cidade da Luz - nunca a esquece porque é uma cidade linda e fascinante.
Mas ainda mais fascinante é aquilo que desconhecemos sobre esta cidade maravilhosa.
Nem os franceses nem os turistas que se passeiam ao longo de avenidas, praças e edifícios históricos sonham sequer que, debaixo dos pés, existe uma Paris subterrânea, desconhecida, com túneis intermináveis, ruínas romanas e da Idade Média e catacumbas numa pedreira romana.
Claro que só alguns especialistas têm acesso à cidade parisiense oculta sob a cidade nova e moderna, ou, melhor dizendo, às várias épocas da velha cidade e que jazem no seu subsolo.
De tudo o que está oculto, mesmo por baixo dos pés de quem passa, só vou falar de uma curiosidade única: a Catedral dos Esqueletos, com 6 milhões de esqueletos - uma Homenagem à Morte.
A Catedral dos Mortos parisiense, com alguns quilómetros de comprimento e vários corredores com 30 m cada, foi construída no séc. XVIII, precisamente nas pedreiras romanas abandonadas, escavadas pelos Romanos para a construção da cidade original, há 1.9000 anos.
Porquê esta construção megalómana e intrigante?
Porque no Séc. XVIII os cemitérios dos arredores de Paris, no interior e no exterior, estavam a abarrotar com os cadáveres de séculos de epidemias e dos cadáveres dos cristãos que morriam na prisão ou queimados nas fogueiras, devido à perseguição da Igreja Católica, além de todos os que, de morte natural, se foram acumulando ao longo dos séculos.
Como a putrefacção e o caos eram de tal ordem que se tornaram num perigo para a saúde pública, o Governo resolveu aproveitar as antigas pedreiras romanas, as quais, devido ao aumento da cidade, ficavam por baixo dos edifícios modernos, e para lá trasladar todos os esqueletos, erigindo assim, de forma condigna, este incrível monumento à Morte.
Paredes de craneos que sustentam os esqueletos que ficam por trás
sexta-feira, 12 de julho de 2019
Não Há Meio Termo
Na brincadeira, costumo dizer que o S. Pedro é que tem a culpa deste tempo maluco, por já ser muito velhote e estar completamente desmemoriado e desorientado: uma semana está "carrancuda", chove ou mal se vê o sol e as temperaturas, confesso, embora agradáveis, são baixas para a época. Na semana seguinte, temos um calorão insuportável.
Ora, deixando o pobre do santo em paz, além de sabermos que estas alterações são, em parte, devidas à alteração do eixo da terra, também sabemos do impacto do comportamento humano na alteração climática.
Todos falam da poluição dos plásticos, do óxido de carbono, da desertificação das florestas, etc, mas há outros factores negativos que matam a vida dos oceanos, sem que as pessoas disso tenham conhecimento. É exemplo disso a cultura do salmão.
Num programa sobre a vida marinha, foi mostrado como esta cultura e, possivelmente, qualquer cultura piscícola, é um veneno para todas as espécies selvagens.
No sul do Chile, nos fiordes, existe uma grande extensão de tanques de cultura de salmões.
O Chile é o 2º produtor mundial de salmão e o fornecedor da quase totalidade do mercado dos Estados Unidos.
Os peixes, aos milhares em cada tanque, são alimentados com produtos que contêm antibióticos, para evitar doenças.
Ora esse antibiótico propaga-se à água circundante que, devido às marés, se propaga por todo o oceano, provocando a morte dos corais e das espécies que vivem no polo sul: focas, leões marinhos, elefantes marinhos, etc e até as aves marinhas que aí nidificam.
O mesmo deve acontecer nos outros locais onde a cultura piscícola é muito intensa, o que significa que os oceano tendem a ficar sem vida.
Mais uma achega às alterações climáticas que são cada vez mais pronunciadas.
A breve prazo, "o que acontecer … se verá"!
Cultura do salmão no Chile
segunda-feira, 8 de julho de 2019
Passeio Fascinente
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