Sou uma sonhadora pois sonho que, comigo, possam ganhar asas e porem a vossa imaginação a voar
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Ano Novo
Agora que já terminou a azáfama natalícia, com alguns mais gordos, mas certamente com todos um pouco mais leves nos bolsos, não queria terminar este ano sem mostrar o meu apreço por todos os que têm seguido, tanto os textos que publico, como aquilo que recebo e partilho, por achar que é relevante.
Confesso que, quando me iniciei nas "lides" do Google e, posteriormente, do Facebook, nem sonhava vir a ter a aceitação que de facto consegui.
Também nunca pensei - precisamente devido à vossa aceitação e carinho - sentir-me "na obrigação" de vos dispensar algum tempo diariamente, apesar de não ter muita disponibilidade e, quando o não faço, sintir-me em falta convosco!
Agradeço pois a vossa amizade e desejo muitas felicidades tanto aos que no dia 31 "saltam" para 2017, como para todos - e são muitos - os que têm uma contagem anual diferente.
Assim sendo, estou pronta para mais um ano de informação recíproca que nos abrirá novos horizontes e nos permitirá apreciar toda a beleza e criatividade de que o ser humano é capaz!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Maria do Sameiro - HINO À ALEGRIA
Neste fim de semana seria uma grande alegria que estas palavras fizessem eco em todos os corações, especialmente nos mais empedernidos.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Corridinho Algarvio
O Corridinho é uma dança folclórica do Algarve, a província mais a sul de Portugal.
É muito rápida e é o "mestre de cerimónias" que vai dizendo o que deve ser feito e quem deve sobressair para dançar.
Podem tentar imitar, mas cuidado ......
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
O Género Humano É Capaz De Criar Sofrimento Mortal
Como é possível esta situação? Não é uma vergonha um governo deixar
os seus cidadãos chegarem a tal miséria e sofrimento?
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Tornei-me Antiquada?
Há dias li uma notícia interessante, moderna, ousada, ecológica, mas polémica que me deixou a pensar.
Avalio todos estes benefícios, mas não consigo "encaixar" no meu espírito esta grande inovação.
A notícia foi enviada para a minha página do facebook, mas nem sequer a partilhei porque ainda estou a "matutar" se o devo ou não fazer.
Mas chega de suspense, por isso aí vai!
A notícia informa que em Portugal e noutros países preocupados com o ambiente e com o objectivo de o tornar mais ecológico, pretendem que os funerais sejam mais práticos, além de os familiares poderem ter o ente querido mais próximo. Assim, as cinzas das pessoas falecidas, depois de cremadas - aquelas que o querem fazer - serão colocadas, não em urnas seladas como agora se faz, mas numa espécie de vaso onde se plantará um vegetal à ascolha da família.
De facto, algumas pessoas que querem ser cremadas, às vezes pedem a alguém para lançar os seus restos mortais no campo ou no mar. Mas a intenção actual é que as cinzas alimentem directamente uma planta.
Como pessoa lógica e prática que me orgulho de ser, chego à conclusão de que lançar as cinzas para o campo - que irão alimentar a vegetação - ou pô-las num vaso, tem a mesma finalidade mas, não sei porquê, há algo que me incomoda e não consigo aderir a esta ideia.
Vou ser sincera!
Esta planta que se pode pôr na sala, na varanda, seja onde for, como qualquer outra tem que ser regada senão seca.
Ora é aqui que começa o problema ...
Imaginem que guardam um vaso com as cinzas de uma avó ou de um tio e pedem a um filho ou marido para porem água no referido vaso!
Como dirão?
Filha, vai regar a "tua avó", ou o "teu tio", ou outro familiar qualquer ... ?
Percebem agora? Já viram o constrangimento e o ridículo da situação?
Tenho magicado muito e não há dúvida de que esta "modernice" me embaraça e, correndo o risco de parecer retrógrada, acho o procedimento actual mais sensato, menos embaraçoso e também é ecológico.
O que acham?
Familiar Germinado
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
sábado, 10 de dezembro de 2016
Espírito Natalício?
À medida que os dias passam e o Natal Oficial se aproxima mais desiludida fico!
Há "desejos de bom Natal com paz e amor" espalhados pelas ruas, na comunicação social, e em todos os espaços comerciais há montras cheias de animaizinhos fofinhos, brilhantes ou branquinhos, purinhos, celestiais; flocos de neve a embelezar esta paisagem feérica; luzes que tudo iluminam e nos dão a ilusão do paraíso harmonioso e belo!
Mas o mais caricato é que no meio de toda esta "bonecada maravilhosa" já pouco aparece o símbolo do Natal - o Presépio.
De tal maneira nos limitamos a copiar os costumes alheios - a árvore de natal o pai natal - que já nos esquecemos do mistério do Natal: o nascimento do Menino Jesus.
Dirão: - mas não é bom desejar felicidade e paz a todos nós?
Seria, de facto, se não passassem de palavras ocas e vãs!
Parecem papagaios a repetir os mesmos clichés, a toda a hora, quando na verdade tudo se resume a dinheiro, a "caçarem" o mais que puderem: - comprem, levem, tem desconto, é necessário ... e as pessoas, sem darem conta, lá compram mais umas coisas inúteis para oferecer na Noite de Natal e que se vão amontoar, deixando o mais importante para trás - o carinho, a verdadeira amizade, a harmonia familiar.
O Natal há anos que deixou de ser fraternidade, para ser um simulacro de amor.
Agora todos recebem presentes que, na maior parte das vezes, nem abrem! É mais um presente para o monte!
Mas houve amor, amizade, carinho? Houve harmonia familiar? Ou todos se limitam a mostrar o que trazem e a "empanturrar-se de comes e bebes"?
Quando o Natal tinha significado ninguém estava preocupado com troca de prendas que só ajudam quem já está "cheio de dinheiro".
As crianças recebiam chocolates, às vezes um brinquedo, mas isso tinha significado: era uma prenda do Menino Jesus!
Também havia ceia, é verdade, um pouco melhorada, mas na sua confecção todos participavam e essa era a maior alegria, a grande união, o espírito natalício.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Lago Dos Cisnes No Circo
Esta coreografia do Lago dos Cisnes apresentada pelo Grande Circo Chinês, na minha modesta opinião, supera as coregrafias que tenho visto em ballet.
You Raise Me Up - Instrumental When I am down and, oh, my soul, so weary; W from Shiny Philip - Download Facebook Videos
You Raise Me Up - Instrumental When I am down and, oh, my soul, so weary; W from Shiny Philip - Download Facebook Videos: You Raise Me Up - Instrumental When I am down and, oh, my soul, so weary; When troubles come and my heart burdened be; Then I am still and wait here in the silence, Until you come and sit awhile with me....
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Impérios - Desmistificação
Lisboa nos Séculos XV e XVI
Claro que para este conhecimento generalizado foi muito importante o papel de cronistas, filósofos, historiadores e, nos nossos dias, a comunicação social.
Mas, tal como a comunicação é manipulada pelos poderosos e só sabemos aquilo que nos querem dizer, muitas vezes deturpando factos, o mesmo acontecia nos tempos passados. O cronista ou historiador relatava os acontecimentos de acordo com a encomenda de quem pagava - geralmente os reis - que queriam o seu nome perpetuado mesmo que os eventos fossem falseados.
Mas perguntarão: para quê todo este arrazoado?
Porque, ao ver a informação que nos é facultada, quer em programas específicos dos vários canais televisivos, ou em filmes que nos retratam os diversos acontecimentos de épocas áureas, quem não sabe a verdade fica com uma ideia errada da História.
Por isto ter acontecido há bem pouco tempo, eu senti-me na necessidade de desmistificar a ideia que tem sido transmitida ao mundo sobre um período do império espanhol: o reinado dos "Filipes" - fim do Séc. XV e início do Sec. XVI.
Como devem saber, tanto o rei Filipe III como o rei Filipe IV, chamavam à Espanha o Império das Espanhas, o único império onde "o Sol nunca se punha" porque, diziam, dominava em todos os Continentes.
Mas, "esqueceram-se" de informar o mundo de que os territórios desses continentes, de que se vangloriavam, só perteceram à coroa espanhola durante ESCASSOS 60 ANOS e NEM FOI por mérito próprio.
Padrão dos Descobrimentos na margem do Rio Tejo
- Homenagem a todos os descobridores que percorreram
os oceanos, tendo chegado à Autrália.
Estes territórios pertenciam à COROA PORTUGUESA, DESDE O SÉC. XV, e só passaram para a coroa espanhola quando o rei português - D. Sebastião - foi morto em batalha e por não ter deixado descendentes, pois tinha 14 anos. A parente mais próxima do rei português - uma tia - era casada com o rei espanhol que reivindicou a coroa portuguesa.
Só 60 anos depois, quando um descendente colateral do rei português atingiu a maioridade, reinvindicou a coroa portuguesa e, após várias batalhas travadas entre Portugal e a Espanha - a qual foi sempre derrotada - Portugal voltou a adquirir a sua soberania e o seu Império.
Para quem não souber, Portugal teve territórios em África, Índia, China e América e algumas ilhas do Pacífico. Na América tinha o Brasil que conservou até meados do século XIX, quando o rei D. Pedro IV lhe deu a independência, mas tornando-se seu Imperador.
Os outros territórios de África, da Índia e da China continuaram a ser domínio português até meados do séc XX.
Resumindo, o Império Português durou 500 ANOS e foi "O VERDAIDEIRO IMPÉRIO ONDE O SOL NUNCA SE PUNHA".
Rio de Janeiro - Séc. XIX

Macau

quinta-feira, 24 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
sábado, 19 de novembro de 2016
1º Cientista da Humanidade? EVA
Com tantas descobertas neste último ano, que está quase a terminar, eu não quis ficar no anonimato e resolvi "descobrir" algo de diferente.
Pensando em todos os grandes nomes da história da Ciência, desde os tempos mais remotos até aos dias de hoje, de repente perguntei-me:
Qual foi afinal o 1º homem (porque a ciência sempre foi uma actividade masculina) que se pôs a "magicar" sobre qualquer coisa que lhe despertou a atenção e tentou uma resposta para esse enigma?
Também eu me pus a "magicar" e não conssegui encontrar o tal ancestral curioso e, portanto, 1º. cientista.
Foi então que - abracadabra - tive uma epifania ...
A resposta estava mesmo à minha frente, e à frente de todos, bastava "VER" ...
E, mais incrível ainda, o 1º cientista da humanidade não foi um homem mas uma mulher - EVA!
Ninguém pode contestar esta Verdade, pois todas a gente sabe - afirmado na Bíblia e ensinado pelas religiões que nela fundamentam a Fé - que foi Eva que, desobedecendo às ordens divinas, colheu a maçã da Árvore da Ciência porque queria saber os enigmas que essa árvore escondia.
As religiões daí resultantes, infelizmente, não compreenderam o espírito científico de Eva, a sua "sede" de saber mais do que os seus olhos viam no jardim do Éden, por isso lhe chamaram desobediente, bisbilhoteira, malvada, e pecadora ...
Por este mal-entendido, todas as mulheres - durante milénios - ficaram com a marca de bruxas, aleivosas, víobras, falsas e tudo aquilo que os homens - invejosos - lhes quiseram chamar ao longo dos tempos!
Portanto, chegou o momento de reabilitar a Mãe da Humanidade e" prestar-lhe a homenagem que Ela merece".
DECLARO QUE EVA FOI A 1ª CIENTISTA DA HUMANIDADE E, SEM ELA, NÃO TERÍAMOS CIÊNCIA!
Top 5 Astrophysics Discovery of this Century
Top 5 Astrophysics Discovery of this Century: The List of Remarkable discoveries of Astrophysics in the century from Black holes to Relativity .
terça-feira, 15 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
domingo, 13 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
O Apostulado do Papa Verdadeiramente Cristão
O Papa Francisco
O Papa Francisco é o verdadeiro Papa - ou Pai - dos cristãos.
Interpreta o cristianismo como Jesus o definia: partilhar com o semelhante; amarmo-nos como irmãos, pois somos todos filhos de Deus; perdoar a quem peca, pois todos somos pecadores; não explorar os nossos irmãos, pois isso é roubar, etc.
Ele sabe o que os povos têm sofrido ao longo dos séculos e sabe muito bem como sofreu e continua a sofrer o povo onde nasceu, onde viveu e onde lutou a seu lado - a Argentina - e sabe que foi a ganância e a prepotência que escravizaram o seu povo, como tantos outros.
A Igreja começou muito cedo a explorar os cristãos, que pensavam nela encontrar justiça e amor...
Esta posição do Papa Francisco, inédita no seio da Igreja Católica Romana, está a criar-lhe muitos inimigos e o cerco está a fechar-se!
Como deve sentir-se sozinho e amargurado ....
domingo, 6 de novembro de 2016
Antigas Paragens De Autocarros

Cristopher percorreu a Ásia Central durante alguns anos e encontrou estas estruturas artísticas em 12 países do antigo império soviético - Lituânia, Cazaquistão, Turquemenistão, Arménia, Moldávia etc.
Durante o império soviético estas antigas paragens eram usadas para transportar a classe operária para o trabalho. Os governantes comunistas pensavam que, enquanto esperavam, os operários iriam apreciar um local que, pretensamente, lhes daria sensação de bem-estar.
Estas obras eram realizadas pelos artistas locais e eram permitidas porque o governo, apesar de as considerar Arte Menor, achava-as um bom meio de propaganda política nos países anexados.
No entanto, parece que o objectivo não foi alcançado, porque estes países libertados da alçada comunista votaram-nas ao desprezo e não lhes atribuem nenhuma importância.
Este fotógrafo comenta que, enquanto fotografava estas antigas obras de arte, muitas vezes foi insultado e ameaçado pelos habitantes locais.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Vénus
O Nascimento de Vénus
Quadro de Botticelli - 1485/1486
Toda a gente sabe que o nome dos planetas do nosso sistema solar se devem à mitologia: assim temos Mercúrio, Vénus, Marte, Saturno, etc.
Mas sabem por que motivo o planeta mais brilhante do céu se chama Vénus?
Não?
Eu tabém não sei, nem achei explicação para a escolha do nome para este planeta muito brilhante e que aparece no céu mal começa a anoitecer, mas como conheço a história de Vénus, a deusa da beleza, vou aventurar uma explicação e partilhá-la - desculpem os eruditos se estou a cometer um erro, pois não quero magoar ninguém, muito menos a Ciência.
Ora o povo grego da Antiguidade Clássica tinha uma grande veneração pelos seus deuses que viviam no Olimpo. Aí viviam quase todos os deuses, presididos por Zeus, o progenitor directo ou indirecto de todos eles.
Quando Roma (Império Romano) derrotou e subjugou a Grécia, toda a cultura grega foi absorvida pelo povo vencedor, desde os Deuses, à Filosofia, à Matemática, Retórica, Tragédia, Música, Medicina, etc...
Como sabem, a Grécia era o povo mais erudito da Antiguidade.
No que respeita aos nomes dos deuses, tal como acontece em qualquer língua, os seus nomes foram alterados para a língua latina e, assim, temos Júpiter em vez de Zeus, Baco em vez de Dionísio e Vénus em vez de Afrodite, etc.
Durante o Renascimento - época da revolução cultural nascida nas cidades-estado da Península Itálica - os várias cientistas, que se dedicaram ao estudo do sistema solar e do universo, deram o nome dos deuses romanos aos planetas e estrelas que iam descobrindo.
Ora, é naturalíssimo que a escolha do nome do segundo planeta tenha recaído em Vénus, a rainha do amor e da beleza resplandescente - como foi representada por Botticelli, um dos mais famosos pintores italianos do Renascimento - para representar o astro mais brilhantes do céu e que temos o prazer de observar todos os dias ao anoitecer!
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Divórcio Insolúvel

O casamento foi instituído quando?
Como foram celebrados os primeiros casamentos?
Será que o Homo Sapiens já fazia uma cerimónia especial para celebrar a sua união com uma Mulier Sapiens?
Não sei se já alguém pôs esta questão, mas não tem gramde importância, basta sabermos que os casamentos, durante milénios, não tinham nada a ver com o amor mas com os negócios que perpretavam fortunas e famílias poderosas e que a mulher tinha que obedecer aos pais, que escolhiam o noivo, e ao marido, depois de casadas.
Desde sempre e por todo o mundo, quando havia problemas, havia separações ou divórcios e tudo corria "sobre rodas".
Mesmo quando surgiu o cristianismo o divórcio era permitido, pois na Bíblia nada é referido sobre essa matéria.
Parece que esse tema só foi abordado por um Doutor da Igreja - posteriormente considerado Santo pela Igreja Católica - o qual aconselhava o divórcio dos esposos, em caso de incompatibilidade entre o casal.
Este Bispo, Teólogo, Filósofo e Doutor da Igreja era Santo Agostinho.
Portanto, no seguimento da orientação deste Santo, o divórcio num casamento cristão foi permitido até ao séc. XIII.
Só a partir do séc. XIII o casamento religioso se tornou indissulúvel, devido à opinião de outro Teólogo e Doutor da Igreja - S. Tomás de Aquino.
Este, no intuito de fortalecer o cristianismo, devido aos problemas existentes no seio da igreja católica "achou necessário" considerar como "Insolúvel" o divórcio do casamento contraído pela igreja, pois o casal era "unido por Deus".
Portanto, este doutor da igreja, "decidiu" qual a opinião de Deus, SEM "ELE" NUNCA A TER DECLARADO!
Ainda hoje é esta a posição da Igreja, pois foi e continua a ser uma maneira de afirmar a sua influência na sociedade.
Afinal o destino da humanidade não tem dependido da Bíblia nem de Deus, mas da opinião "humana" dos homens, quer sejam Teólogos, Doutores, ou Cardeais, que se escudam no "Ser Criador" por motivações de poder.


quarta-feira, 19 de outubro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
► Flying Car - Pal-V One
Se não encomendarem já este super-carro-helicóptero vão ter que esperar anos ....
Quanto custa?
Ninguém pensa nisso, deve ser uma pechincha!
Boa viagem...
domingo, 16 de outubro de 2016
Aldeia Verde
Antigamente
Agora

No leste da China, a aldeia Houton Wan, situada numa das 394 ilhas do rio Yangtze, era uma aldeia com cerca de 2.000 habitantes, pescadores naquele rio.
Há mais de 50 anos, devido ao desaparecimento da indústria pesqueira, da falta de comida e de educação, a sua população começou a tomar novos rumos em direcção às cidades mais industrializadas, e Houton Wan foi abandonada, progressivamente, tornando-se numa aldeia de "outro mundo".
Devido ao abandono a que foi votada, a vegetação circundante - hera, videiras e outras trepadeiras - foi alastrando e conquistando as paredes e telhados das casas como um enorme cobertor, de tal maneira que a aldeia está totalmente verde.
Dos habitantes só ficou um morador, o mais idoso, que se recusa a partir, embora não tenha nem água canalizada nem electricidade. Diz que ali nasceu e ali deve morrer.
Claro que a aldeia se tornou uma atracção turística com dezenas de turistas dários e este morador ganha a vida a vender-lhes água engarrafada.
domingo, 9 de outubro de 2016
A Origem Do Vinho

Hoje resolvi reler um dos livros mais antigos da minha estante.
Não é inédito reler os meus livros pois, ao longo dos anos, esqueço-me de cenas ou informações pertinentes que desejo recordar. Acontece com toda a gente...
Neste caso particular, ainda bem que o fiz, pois já não me lembrava de alguns dos temas abordados, neste caso concreto, a Origem do Vinho.
Vou partilhar com os meus leitores o texto quase integral de um dos capítulos deste tema (há outros temas) que pertencem ao livro A MITOLOGIA AO ALCANCE DE TODOS, pois a descrição, apesar de ser baseada em factos hitóricos, é de tal maneira coloquial e hilariante que me pôs a rir e a bom rir....
Espero que, além de se "cultivarem", se divirtam como eu me diverti!
"Existem mosaicos no museu do Louvre e no British Museum que nos mostram que, 2.400 anos A.C., na 4ª. dinastia egípcia já o sumo da parreira se bebia pela medida grande.
Um outro painel mostra uma movimentada cena pré-histórica com enormes videiras e grandes cachos de uvas, com indivíduos nus de sexo indefinido, muito magrinhos e carecas a dar-nos ideia da proveniência de Ghandi, esborrachando uvas numa cisterna. Outros de aspecto feminino transportam ânforas com uvas e, pelo chão, sujeitos barrigudos e iniludivelmente machos, com barbas às escaleiras, inclinados sobre odres, emborcam malgas de mosto, enquanto outros, de cócoras, acusam efeitos de monumental pifão. Enfim, uma orgia de alto lá com ela.
Parece que Noé também plantou uma vinha mas arrependeu-se, por se sentir culpado das carraspanas dos seus descendentes.
Homero, que também gostava de vinho - a Grécia foi dos primeiros países a prepará-lo - aconselhava os patrícios a "cascar-lhe rijo".
Plínio, filósofo, que também gostava da "pinga, " votou-se à tarefa exaustiva de estudar as parreiras da Grécia e distinguiu 91 castas diferentes. Os seus rivais da Filosofia escarneciam dele e diziam que o seu zelo pelo labor vinícola era pretexto para provar e tornar a provar o produto dos 91 tipos de vinhos.
Já naquela altura, muito antes da era cristã, havia más línguas ....
Na Gália a ciência vinícola atingiu o seu auge, conforme foi constatado pelo imperador César e as suas legiões ....... pois os soldados gauleses - lembrem-se de Obelix e Asterix - procuravam estímulo de bravura no sumo da uva. De facto algumas vezes, talvez por exagerarem no elixir, as pernas destes guerreiros negavam obediência às instâncias do ânimo patriótico."

sexta-feira, 7 de outubro de 2016
10 Amazing Underground Homes
Neste vídeo vêem-se casas subterrânes, escavadas no solo, bem interessantes.
Não sei qual a vantagem de casas debaixo do solo, mas sei que as primeiras que aparecem no vídeo foram escavadas no terreno calcáreo da Capadócia, na Turquia, há 2.000 anos, para as populações se defenderem dos invasores que, naquela zona do nosso planeta, eram constantes.
Não sei qual a vantagem de casas debaixo do solo, mas sei que as primeiras que aparecem no vídeo foram escavadas no terreno calcáreo da Capadócia, na Turquia, há 2.000 anos, para as populações se defenderem dos invasores que, naquela zona do nosso planeta, eram constantes.
domingo, 2 de outubro de 2016
sábado, 1 de outubro de 2016
Floating Solar Islands Could Provide a Solution To The Rising Sea Levels
Que ricas férias, não acham?
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Renda De Árvores
Enquanto o meu neto mais novo se diverte no parque infantil, de um lado para o outro com os amigos, que faço eu?
Instalo-me num banquinho à sombra e relaxo. Como não posso ler, porque tenho que atentar nas idas e vindo do rapaz, ponho-me a observar o que me rodeia.
Neste recinto e a toda a volta há imensas árvores, altas, centenárias, que me despertam a atenção e regalo-me a observá-las. Há várias espécies, portanto diversos tipos de ramos e folhas.
Sempre que olho para as suas copas não posso deixar de atentar no rendilhado que desenham no céu: cada uma delas faz uma linda renda mais ou menos elaborada de acordo com a forma das folhas, a disposição dos troncos e, claro, o reflexo da luz.
Imaginem! À minha disposição - e de quem souber sonhar - uma grande variedade de rendas, qual delas a mais bonita ..
É um espectáculo deslumbrante mas a grande vantagem destas rendas, em relação às autênticas, é que estas últimas são sempre iguais ao longo dos anos e as rendas das árvores estão sempre a reinventar-se, de acordo com as horas do dia e com as estações do ano.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Flyboard Air: o futuro é agora; prancha do Duende Verde vira realidade
No Universo Marvel, história de quadradinhos que apareceu a público em 1965, havia o Duende Verde, inimigo do Homem Aranha, que no seu skate voador a todos aterrorizava.
Hoje, o skate voador é uma realidade e quem puder comprá-lo e usá-lo, foge mas das filas de trânsito para o céu aberto ...
Mas, dentro de alguns anos, quando todos tiverem um brinquedo tão rápido e prático como este, se começar a haver filas aéreas?
Certamente alguém terá uma ideia genial para ultrapassar o incómodo!
Entretanto vejamos e sonhemos...
terça-feira, 20 de setembro de 2016
LALIBELA

Lalibela - a cidade onde o tempo parou há 9 séculos, quando Jerusalém, a cidade santa da cristandade, foi tomada pelos muçulmanos.
Aqui ainda se vive como nos tempos bíblicos...
No nosso planeta há destas coisas!
De um lado, uma mistura de aspirações e desejos de grandeza; de poder desmedido; de afã incontrolável para se descobrir quem somos, de onde viemos e, se possível, para onde vamos no futuro, numa ansia infindável e insatisfeita de procura.
Do outro, o simples desejo de sobreviver da melhor maneira possível, sem questionar o porquê das coisas.
Nem numa nem noutra situação podemos incluir o que se passa em Lalibela, uma região da Etiópia, situada numa cadeia montanhosa de difícil acesso, com 2.700 mt de altitude, junto à nascente do rio Nilo.
Aqui os ecos daqueles desejos ou não são ouvidos ou, se são, não têm nenhuma importância pois algo de muito precioso ali está guardado - a Arca da Aliança - segundo Gebre Lalibela, o rei etíope descendente do Rei Salamão e da Rainha do Sabá.
Neste sítio - Lalibela - por ordem do rei que deu nome à cidade e ao local do complexo religioso, foram escavadas na rocha vulcânica vermelha 11 igrejas e 1 catedral, sem muros, sem tijolos, sem pedras, sem madeira. Só levaram 20 anos a construir, o que foi uma obra de grande envergadura.
Como o fizeram?
Com a ajuda dos anjos, diz a lenda e dizem os monges que guardam estas preciosidades dia e noite, pois eles são os únicos garantes das relíquias sagradas que os seus antepassados trouxeram de Jerusalém - a cidade santa da cristandade - para não se perderem, aquando da sua conquista no séc. XII.
Labilela foi referida pela primeira vez por um explorador português em 1520 - quando toda a costa de África era dominada pela marinha portuguesa - mas, por a ter descrito como algo de fantástico e maravilhoso, a notícia deste complexo místico foi acolhida com alguma reserva pelos "intelectuais" da época.
Hoje é considerada Património da Humanidade.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Azáfama Científica ...


O mundo científico anda numa azáfama incessante...
Todos os dias tenho notícias de descobertas de novas estrelas, novos planetas, de teorias que, devido a essas descobertas inesperadas, põem em causa as vigentes .... um nunca mais acabar de informação!
Algumas notícias deixam-me expectante, pois ultimamente têm-se "encontrado" planetas de outros sistemas estelares e satélites do nosso sistema solar que demonstram a existência de água, necessária à vida como a conhecemos. Ou congelada ou mesmo líquida, algumas vezes formando mares em camadas inferiores à superfície, como acontece com Encélado, uma das luas do planeta Saturno do nosso sistema solar, essa água evidencia possibilidade de vida nesses astros.
Mas todos eles estão muito longe da Terra e a distância é um grande contra para uma possível "colonização" humana.
Ora a Sociedade Científica e os Organismos que a sustenta - em regra ligados aos Estados poderosos - têm feito grandes esforços e competição acérrima para o estudo do planeta Marte - sempre está mais próximo! - com o fito de, num futuro próximo, ser colonizado, depois de se criarem as condições necessárias para o efeito.
Claro que isto implica muito esforço, muito tempo - possivelmente algumas gerações - e, sobretudo, gastos monetários astronómicos.
Quem beneficiará com este novo "lar humano"?
Não serão os vulgares cidadãos, certamente ...
Quem trabalhará para se conseguir este "novo paraíso"?
Mas, especialmente, para que se vai forçar um ambiente inóspito a tornar-se propício aos humanos se temos o ambiente ideal no planeta em que vivemos?
Se o tratarmos melhor a nível físico e humano, este Paraíso Já Existente, embora com problemas de vária ordem, tornar-se-á ideal para todos, com menos despesas e num prazo infinitamente mais curto ... abissal!
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Animais De Estimação
Todos gostamos de animais e, por isso, hoje em dia muitas pessoas têm animais de estimação.
Umas por causa dos filhos - é salutar para as crianças - outras por viverem sós e um animal é uma companhia, outras porque é moda.
Quem gosta mesmo de animais não se preocupa com a raça, qualquer animal é bem recebido; quem arranja um animal por ser moda, só se interessa pelos de raça, pois quando passeia o animal de estimação, gosta de mostrar o seu "pedegree".
Tudo está muito bem e todos são felizes até ao dia em que, por motivo de "férias" ou de aperto financeiro, o animal é deixado ao abandono e, infelizmente, não são poucos aqueles a quem isso acontece.
O que faz um animal que não está habituado a procurar alimento? Como pode defender-se de perigos a que nunca esteve exposto?
É nestas alturas que eu pergunto: quem realmente gosta de animais abandona-os? Onde está o amor que lhes dedicavam?
Mas não são apenas situações de abandono que me deixam perplexa.
Infelizmente, mesmo quando não são abandonados, os "pobres bichinhos" muitas vezes são explorados em nome do amor.
Todos os dias recebo pela Internet imagens de animais nas situações mais caricatas, porque os donos os acham muito "fofinhos" e engraçados!
Desde crocodilos a passearam na rua atrás do seu dono, a gatos que em frente a um espelho tentam comunicar com o que vêem como outro animal real, e um galo de calções a correr entre as galinhas, é um nunca mais acabar de todo o tipo de "gracinhas" a que os pobres são submetidos...
Quando vejo todas estas imagens, imagino que os pobres animais de estimação, se pudessem, com certeza formariam um Sindicato de Protesto contra estes donos que tanto os "amam"!
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