quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ano Novo




Agora que já terminou a azáfama natalícia, com alguns mais gordos, mas certamente com todos um pouco mais leves nos bolsos, não queria terminar este ano sem mostrar o meu apreço por todos os que têm seguido, tanto os textos que publico, como aquilo que recebo e partilho, por achar que é relevante.
Confesso que, quando me iniciei nas "lides" do Google e, posteriormente, do Facebook, nem sonhava vir a ter a aceitação que de facto consegui.
Também nunca pensei - precisamente devido à vossa aceitação e carinho -  sentir-me "na obrigação" de vos dispensar algum tempo diariamente, apesar de não ter muita disponibilidade e, quando o não faço, sintir-me em falta convosco!
Agradeço pois a vossa amizade e desejo muitas felicidades tanto aos que no dia 31 "saltam" para 2017, como para todos - e são muitos - os que têm uma contagem anual diferente.
Assim sendo, estou pronta para mais um ano de informação recíproca que nos abrirá novos horizontes e nos permitirá apreciar toda a beleza e criatividade de que o ser humano é capaz!




Um professor explica o que é a DISLEXIA aos seus alunos.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Maria do Sameiro - HINO À ALEGRIA

         
 Neste fim de semana seria uma grande alegria que estas palavras fizessem eco em todos os corações, especialmente nos mais empedernidos.

                   

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Corridinho Algarvio





 O Corridinho é uma dança folclórica do Algarve, a província mais a sul de Portugal.
É muito rápida e é o "mestre de cerimónias" que vai dizendo o que deve ser feito e quem deve sobressair para dançar.
 Podem tentar imitar, mas cuidado ......


               

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

O Género Humano É Capaz De Criar Sofrimento Mortal

                
             Como é possível esta situação? Não é uma vergonha um governo deixar
             os seus cidadãos chegarem a tal miséria e sofrimento?                                      


     

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Género Humano É Capaz de Criar Beleza Pura

                           

Tornei-me Antiquada?




Há dias li uma notícia interessante, moderna, ousada, ecológica, mas polémica que me deixou a pensar.
Avalio todos estes benefícios, mas não consigo "encaixar" no meu espírito esta grande inovação.
A notícia foi enviada para a minha página do facebook, mas nem sequer a partilhei porque ainda estou a "matutar" se o devo ou não fazer.
Mas chega de suspense, por isso aí vai!
A notícia informa que em Portugal e noutros países preocupados com o ambiente e com o objectivo de o tornar mais ecológico, pretendem que os funerais sejam mais práticos, além de os familiares poderem ter o ente querido mais próximo. Assim, as cinzas das pessoas falecidas, depois de cremadas - aquelas que o querem fazer - serão colocadas, não em urnas seladas como agora se faz, mas numa espécie de vaso onde se plantará um vegetal à ascolha da família.
De facto, algumas pessoas que querem ser cremadas, às vezes pedem a alguém para lançar os seus restos mortais no campo ou no mar. Mas a intenção actual é que as cinzas alimentem directamente uma planta.
Como pessoa lógica e prática que me orgulho de ser,  chego à conclusão de que lançar as cinzas para o campo - que irão alimentar a vegetação - ou pô-las num vaso,  tem  a mesma finalidade mas, não sei porquê, há algo que me  incomoda e não consigo aderir a esta ideia.
Vou ser sincera!
Esta planta que se pode pôr na sala, na varanda, seja onde for, como qualquer outra tem que ser regada senão seca.
Ora é aqui que começa o problema ...
Imaginem que guardam um vaso com as cinzas de uma avó ou de um tio e pedem a um filho ou marido para porem água no referido vaso!
Como dirão?
Filha, vai regar a "tua avó", ou o "teu tio", ou outro familiar qualquer ... ?
Percebem agora?  Já  viram o constrangimento e o ridículo da situação?
Tenho magicado muito e não há dúvida de que esta "modernice" me embaraça e, correndo o risco de parecer retrógrada, acho o procedimento actual mais sensato, menos embaraçoso e também é ecológico.
O que acham?


                                                                     
                                                          Familiar Germinado




sábado, 10 de dezembro de 2016

Espírito Natalício?





















 À medida que os dias passam e o Natal Oficial se aproxima mais desiludida fico!
Há "desejos de bom Natal com paz e amor" espalhados pelas ruas, na comunicação social, e em todos os espaços comerciais há montras cheias de animaizinhos fofinhos, brilhantes ou branquinhos, purinhos, celestiais; flocos de neve a embelezar esta paisagem feérica; luzes que tudo iluminam e nos dão a ilusão do paraíso harmonioso e belo!
Mas o mais caricato é que no meio de toda esta "bonecada maravilhosa" já pouco aparece o símbolo do Natal - o Presépio.
 De tal maneira nos limitamos a copiar os costumes alheios - a árvore de natal o pai natal - que já nos  esquecemos do mistério do Natal: o nascimento do Menino Jesus.
Dirão: - mas não é bom desejar felicidade e paz a todos nós?
Seria, de facto, se não passassem de palavras ocas e vãs!
Parecem papagaios a repetir os mesmos clichés, a toda a hora, quando na verdade tudo se resume a dinheiro, a "caçarem" o mais que puderem: - comprem, levem, tem desconto, é necessário ... e as pessoas,  sem darem conta, lá compram mais umas coisas inúteis para oferecer na Noite de Natal e que se vão amontoar, deixando o mais importante para trás - o carinho, a verdadeira amizade, a harmonia familiar.
O Natal há anos que deixou de ser fraternidade, para ser um simulacro de amor.



Agora  todos recebem presentes que, na maior parte das vezes, nem abrem! É mais um presente para o monte!
Mas houve amor, amizade, carinho? Houve harmonia familiar? Ou todos se limitam a mostrar o que trazem e a "empanturrar-se de comes e bebes"?
Quando o Natal tinha significado ninguém estava preocupado com troca de prendas que só ajudam quem já está "cheio de dinheiro".
As crianças recebiam chocolates, às vezes um brinquedo, mas isso tinha significado: era uma prenda do Menino Jesus!
Também havia ceia, é verdade, um pouco melhorada, mas na sua confecção todos participavam e essa era a maior alegria, a grande união, o espírito natalício.