terça-feira, 21 de julho de 2015

Os Mistérios do Universo












 




Sempre me fascinou o Universo. Gosto de saber das novas descobertas científicas, das interacções  dos astros e das galáxias e das teorias da expansão do espaço sideral.
É sabido, como afirmam os cientistas, que este começou do nada com um boom, mas eu fico a matutar que, para haver um boom, é porque explodiu algo que já existia.
É essa já existência evidente (sabemos da Física que nada se perde, tudo se transforma) que me excita a imaginação e me leva, constantemente, a procurar as novas teorias e novas descobertas, a ler as novas ideias e a conhecer também as argumentações contrárias.
O problema é que, na maior parte das vezes, não fico muito esclarecida pois, o que uns nos dão como verdades absolutas, outros põem-nas em causa.
Mas, não há dúvida que, com os novos meios de exploração do espaço,  as descobertas são cada vez mais e mais espantosas, impensáveis, que nos vão mostrando quão pouco sabemos, quão pequenos somos, apesar de, soberbamente, pensarmos que somos o único foco da criação, enquanto um universo sem limites é completamente vazio, estéril, sem vida.
Eu, apesar de ignorante, sempre considerei que a humanidade é demasiado pequena para tanto espaço, para tanta maravilha que desconhecemos.
E essa tal existência primordial, a que cada um de nós pode dar o nome que quiser, afinal não deve ter feito o incomensurável, o inimaginável e o incompreensível, para só alojar vida num pequeno planeta de um pequeno sistema solar, numa galáxia também pequena, ficando todo um universo completamente inútil e silencioso.
Faço minhas as palavras de Einestein: quanto mais conheço o universo e mais estarrecido fico com a sua inteligência, mais acredito em Deus.
E já agora, acrescento aquilo que sinto: quanto  mais acredito em Deus, menos acredito num deus vingador, que nos pune pelas fraquezas e deficiências com que nos criou.





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