domingo, 18 de novembro de 2018

O Papa Francisco




Sempre que vejo a maledicência galopante que se tem gerado à volta do Papa Francisco, penso que o Vaticano se transformou num covil de víboras.
O alto clero, cardeais e arcebispos, que, especialmente com este Papa, vêem expostas as suas manigâncias, os seus abusos de poder e os seus vícios, andam numa campanha desenfreada de perseguição ao Santo Padre, devidamente apadrinhados pelo poder económico internacional que tira partido desta situação.
Quando leio os comentários que, com má fé, deturpam qualquer actuação ou afirmação do Papa, para o vilipendiarem, para o desacreditarem e, especialmente, para lhe quebrarem o ânimo, fico escandalizada por dirigentes duma Igreja que tem como lema o amor, o perdão e a bondade, conseguirem ser tão diabólicos, mentindo, distorcendo, enganando, para continuarem a disfrutar de poder e de riqueza e a abusarem do seu semelhante.
Teria sido esta a razão que levou o Papa Bento XVI a abdicar do seu cargo, por não conseguir fazer frente  a esta Máfia que o pressionava?
Onde está a doutrina de Jesus e dos Apóstolos?
Quanto mais leio sobre a história do cristianismo ao longo dos séculos, mais me convenço que o espírito cristão de que a Bíblia nos fala não durou muito mais que um século após a Crucificação.
Se já no séc. III - segundo registos históricos - os bispos disputavam, pela intriga e pela força, os cargos da Igreja recém-organizada, não admira que, actualmente, recorram a tudo para atingirem os seus fins.
Considero o Papa Francisco uma pessoa excepcional.
Estou concencida de que nunca cederá até quebrar e que, entretanto, fará tudo o que puder para repor alguma ordem no Vaticano e na defesa da verdadeira doutrina, para benefício de todos os cristãos.





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