Sou uma sonhadora pois sonho que, comigo, possam ganhar asas e porem a vossa imaginação a voar
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Mea Culpa!
Não sei como falar de uma preocupação que me tem persguido ultimamente.
Sou uma pessoa aberta às correntes modernas, acho que cada pessoa tem o direito de viver como quiser e como se sentir feliz, mas, recentemente, aconteceu algo que me deixou taciturna e a matutar.
Estava sentada num largo junto de uma igreja e, apesar de estar distraída, não pude deixar de reparar numa carrinha parada junto dessa igreja, da qual saíam alguns jovens que para lá levavam caixas com intrumentos musicais.
Como não eram uns jovens quaisquer, pois todos usavam um hábito castanho e beje, com botas caneleiras também castanhas, semelhante aos hábitos dos cavaleiros templários da Idade Média, mas em vez da Cruz de Cristo no peito, tinham uma outra insígnia também no peito.
Pensando que iria haver um concerto na igreja, resolvi entrar e perguntar a que horas começaria, para poder assistir.
Lá dentro havia cerca de vinte jovens, todos entre os dezoito e os vinte e cinco anos, todos altos e bem constituídos - uns "galãs" - e eu, bisbilhoteira, perguntei a um deles a que congregação pertenciam.
O jovem respondeu que pertenciam a uma confraria recente ligada à Igreja, de cujo nome já não me lembro.
Quando saí perguntei-me o que leva tantos jovens, que teriam quantas namoradas quisessem, a entrar numa confraria religiosa!
E "mea culpa" não puder deixar de pensar o pior em relação àqueles jovens e não pude deixar de lamentar o futuro das mulheres que têm cada vez menos hipóteses em relação ao género masculino - embora "masculino" só conste no cartão de identidade ou de cidadão.
Afinal como podem elas não optar também pelo mesmo sexo?
Cada vez que saio de casa e olho à minha volta, é cada vez maior o número de pessoas do sexo masculino que apresentam nitidamente a sua tendência homossexual e muitos de forma exibicionista.
Não critico ninguém, só tento imaginar como será o futuro e mais uma vez "Confesso":
- Tenho pena das mulheres e da sua frustação, como "Ser Maternal", pela impossibilidade de conceberem um filho, a não ser por inseminação!
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