Professores do futuro
Li, há dias, que em 2030 o método de ensino vai ser revolucionado.
Os alunos, em vez de irem à escola, terão lições através da internet (ou televisão?) leccionadas por robôs devidamente competentes e certificados - os futuros professores!
Quando li a notícia os dois primeiros pensamentos que logo me surgiram foram:
1 - Professores sem emprego.
2 - Como serão as aulas dadas por um robô?
Depois do primeiro impacto da notícia, sucederam-se outros pensamentos mais ligados aos alunos:
1 - Os jovens de todo o mundo que, numa sala de aula, não prestam atenção porque se "estão borrifando" para as matérias dadas e para os professores que fazem "malabarismos" para conseguirem a sua atenção, como irão ouvir um robô através de um serviço mediático, em vez de estarem a falar com os amigos no telemóvel ou na internet?
2 - Os encarregados de educação (?) que tanto gostam de queixar-se dos professores e fazerem deles "bodes expiatórios" da sua incapacidade em educar os filhos, como poderão culpar um robô e processá-lo por ele querer que o aluno aprenda o que está a leccionar?


3 - Mais triste ainda, os jovens ficarão cada vez mais isolados com a falta de companheirismo, com a falta das brincadeiras nos intervalos e na sala de aula, que ajudam ao crescimento da responsabilidade e da maturidade que se aquirem em contacto com os amigos, com os professores, auxiliares de educação e com o meio ambiente que os rodeia!
Acabei de ter uma ideia genial:
- Não haverá robôs competentes para ensinarem os politiqueiros a serem" políticos de facto"?


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